PBI Portal

feito por quem entrega Power BI como PJ

Dashboards de Power BI com o dado já dentro

Você descreve o painel em português. A IA gera o dado de exemplo, sobe para o lakehouse, monta o modelo e o relatório — e entrega versionado no seu GitHub, publicado no workspace. Ou você baixa um pronto da galeria e troca a fonte pela do seu cliente.

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Ilustração do portal: um board de demandas ao lado de um painel com indicadores BOARD a fazer fazendo entregue PAINEL números conferidos

para quem desenvolve Power BI

As quatro horas antes da primeira medida

Não é o DAX que consome o dia. É tudo o que vem antes dele — e é sempre o mesmo, em todo cliente novo.

O dado ainda não chegou

O acesso está em aprovação, ou é produção e você não pode tocar. Para mostrar alguma coisa você improvisa uma planilha — que não parece real, e aí o cliente não consegue dizer se o painel serve.

A IA gera o dado com volume e sazonalidade plausíveis, grava como tabela no lakehouse do workspace e liga o modelo nele. O protótipo já se comporta como o de verdade.

A tela em branco

Tema, grade, onde vai o filtro, como se chama a medida. Decisões que você já tomou dezenas de vezes e toma de novo, porque não estão escritas em lugar nenhum.

O padrão fica no repositório do cliente, e o agente o herda. O segundo dashboard se parece com o primeiro sem ninguém lembrar de pedir.

Meia hora de montagem por cliente

Criar o workspace, criar o repositório, ligar um ao outro, dar acesso, semear as regras. Feito à mão, cada cliente sai um pouco diferente — e a diferença aparece no dia em que alguma coisa quebra.

Aqui são dois campos: o nome e o que você quer. O que sai deles é igual para todo mundo, sempre.

“O que mudou nesta versão?”

A entrega é exportar, publicar e torcer. Quando o cliente pergunta o que mudou, a resposta é memória — e memória não é rastro.

Cada demanda é uma issue, cada mudança é um commit, e o workspace e o repositório andam juntos pelo Git Sync. A pergunta tem resposta.

como funciona

Do nome ao dashboard publicado

Quatro passos. Você escreve o primeiro; os outros três acontecem sem você abrir o portal do Fabric, o GitHub ou o Power BI Desktop.

  1. Uma tela de cadastro com dois campos: o nome e o pedido

    Você descreve

    Dois campos: o nome do cliente e o que você quer que ele tenha. É o único texto desta história que um humano escreve.

  2. Workspace, lakehouse e repositório criados e ligados entre si

    Provisiona sozinho

    Workspace no Fabric, lakehouse dentro dele, repositório no GitHub — e os três já sincronizados. Nove passos, nenhum clique.

  3. O agente gera as tabelas de dados e monta os gráficos do relatório

    A IA constrói

    Ela propõe as tabelas, gera o dado, sobe para o lakehouse, aponta o modelo e monta o relatório — seguindo o padrão que já está escrito no repositório.

  4. Commits numa linha do tempo, publicados no workspace

    Entrega versionada

    Issue, commit e Git Sync levando o que mudou ao workspace. Quando o cliente perguntar o que entrou nesta versão, a resposta está escrita.

o que vem junto

O resto do trabalho, que não é desenhar gráfico

Board ligado às issues

Tarefas, épicos e critérios de aceite, sincronizados com o GitHub de hora em hora.

Previsão calculada

A data sai de esforço, dependência e capacidade — e avisa quando uma promessa não cabe.

Publicação por Git Sync

O que é commitado chega ao workspace; o que é publicado volta para o repositório.

Guardas em toda sessão

Quatro, e elas rodam de verdade: a fonte do cliente é somente leitura, garantida por código.

Memória entre sessões

O que uma sessão decidiu, a próxima lê antes da primeira ferramenta. Convenção não se redescobre.

Um padrão só

Paleta, grade, nome de medida. O décimo dashboard se parece com o primeiro.

não comece do zero

Galeria de dashboards

Dashboards prontos, construídos por este fluxo e com o mesmo padrão. Você baixa, abre no Power BI Desktop, troca a fonte pela do seu cliente e entrega — em vez de reconstruir do zero um painel de vendas que já existe cem vezes no mundo.

R$99

por dashboard, à vista

  • Arquivo .zip com o projeto completo — modelo, relatório e o dado de exemplo que o faz abrir funcionando.
  • Seu para adaptar: troque a fonte, mude as medidas, republique com a sua marca.
  • Sem assinatura e sem licença por usuário. Comprou, é seu.

em breve

Miniatura de um painel de vendas: indicadores e barras crescentes

Vendas

Faturamento, ticket médio e evolução por período.

em breve

Miniatura de um painel financeiro: rosca de composição e linhas de tabela

Financeiro

Composição de despesa, margem e realizado contra o previsto.

em breve

Miniatura de um painel de operação: medidor e linha de tendência

Operação

Volume, tempo de atendimento e o que está fora da meta.

em breve

o que vem

Você descrevendo, sem passar por mim

Hoje o agente atende a um desenvolvedor só, e é ele quem escreve o pedido. O passo seguinte é abrir isso: você entra, descreve o dashboard que quer em português, e recebe o projeto pronto — com o dado de exemplo já dentro, do mesmo jeito que a galeria entrega.

Ainda não está no ar, e esta página não vai fingir que está.

Uma frase escrita em português virando um painel pronto

a parte que ninguém costuma escrever

Como ele trata o dado do cliente

Nome de cliente não aparece em caminho de arquivo, em endereço, em nome de workspace, em log nem em texto enviado a um modelo de IA: em todos esses lugares existe só um código opaco. Esta página é pública e não consulta nada — é HTML escrito à mão, sem banco e sem chamada de dados. E nada sai daqui antes de você dizer sim à medição: nem sem cookie, nem anônimo, nem um ping. A área de trabalho fica atrás de uma fronteira própria, e há teste automático que reprova o deploy se qualquer dado de cliente atravessar para o lado público.

Comece pelo painel que você ia construir de novo

A galeria é o caminho mais curto: baixe, troque a fonte, entregue. E se você quiser o fluxo inteiro — provisionamento, agente e entrega versionada —, ele está aqui do outro lado.

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